Siga Chapéu de Bruxa, o serelepe golfinho-fliper

Autores: Liliane Lodi e Guilherme Maricato



Golfinho-fliper mostrando acima da superfície do mar parte do dorso e a nadadeira dorsal. Está se deslocando para a esquerda. Este golfinho é chamado de Chapéu de Bruxa pois a forma da nadadeira dorsal desse golfinho se assemelha a um chapéu de bruxa. A nadadeira dorsal tem a forma de cone, de base larga diminuindo uniformemente o seu diâmetro, com o topo arredondado. Fonte: Liliane Lodi/Projeto Baleias & Golfinhos do Rio de Janeiro e Projeto Ilhas do Rio.

Chapéu de Bruxa identificado individualmente pela forma e marcas na nadadeira dorsal que tem a forma de cone, de base larga, diminuindo uniformemente o seu diâmetro, com o topo arredondado. Foto do golfinho-fliper, Chapéu-de-bruxa. O chapéu, símbolo oficial das bruxas, por remeter ao formato de uma pirâmide, funciona como foco intuitivo e direcionador. Fonte: Liliane Lodi/Projeto Baleias & Golfinhos do Rio de Janeiro e Projeto Ilhas do Rio.



O GOLFINHO-FLIPER


O golfinho-fliper ou golfinho-nariz-de-garrafa (Tursiops truncatus) tornou-se mundialmente famoso como estrela da série de televisão Flipper, nas décadas de 1960-1970. Tem sido destaque em vários filmes, documentários e outras formas de mídia popular.


Na costa, sua ocorrência está associada a baías, estuários, complexos lagunares, praias e ilhas. Pequenas populações residentes são encontradas no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Arquipélago de São Pedro e São Paulo, e uma semi-residente no Rio de Janeiro.



GOLFINHOS ATRAVÉS DAS LENTES


A fotoidentificação é uma técnica não invasiva que permite identificar distintos indivíduos através de marcas naturais e adquiridas ao longo dos anos. Esse método fornece um registro permanente e intransferível. Isso significa que as características devem permanecer constantes ao longo dos anos, a fim de facilitar o reconhecimento individual nos próximos anos, analogamente a um “código de barras” ou “código QR”.